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INVESTIGACIONES SOBRE ELECTROESTIMULACIÓN Y MEJORAS ESTÉTICAS

Investigación disminución grasa localizada y reducción del perímetro de la cintura

ES UNA INVESTIGACIÓN REALIZADA EN PORTO QUE DEMUESTRA LA EFECTIVIDAD PARA REDUCIR EL PERÍMETRO DE LA CINTURA Y EL PLIEGUE DE GRASA DEL ABDOMEN DE LA ELECTROESTIMULACIÓN Y EL EJERCICIO CARDIOVASCULAR Y DEJA PATENTE LA INEFICACIA DEL EJERCICIO CARDIOVASCULAR PARA LOGRAR ESTOS OBJETIVOS. LA INVESTIGACIÓN ESTÁ EN LA LENGUA QUE FUE PUBLICADA. _____________________________________________________________________________________________________________ O EFEITO DO TREINO AERÓBICO E COMPLEMENTO COM A ELECTROESTIMULAÇAO NA DEPLECÇAO LOCALIZADA DE GORDURA CORPORAL DA REGIAO ABDOMINAL _____________________________________________________________________________________________________________ César Chaves, Piti Pinsach e Rui Garganta _____________________________________________________________________________________________________________ Introdução: O tema da obesidade, pelo impacto crescente na saúde, física e mental das populações, tem sido objecto de diferentes tipos de abordagens, que vão desde o domínio científico até à “simples” abordagem especulatória. Certo é que o síndrome da obesidade foi considerado pela Organização Mundial da Saúde como a epidemia do século XXI. Desde a década de 80, do Século passado, que diferentes estudos de natureza epidemiológica, vieram sugerir que o excesso de peso, quando associado ao acúmulo exagerado de gordura, se constituía como um factor de risco para as doenças cardiovasculares, que nos países considerados desenvolvidos é responsável por cerca de 50% dos óbitos (ver meu PhD; Bouchad 1988; CAMD, 2002). O grande problema é, como referimos, que a gordura concentrada na região abdominal, para além de ter influência, negativa, na estética corporal constitui-se como um factor de risco para a saúde. Assim, a redução, efectiva, da gordura da região abdominal e intra-abdominal seria um passo importante, não só na redução dos riscos de saúde que lhes estão geralmente associados, mas ainda na melhoria da auto-estima e auto-conceito físico. Com a sofisticação e divulgação dos aparelhos de EE, é sugerido que determinadas frequências e intensidades têm potencialidade para aumentar substancialmente a capilarização, na região estimulada, e assim possibilitar uma utilização, preferencial, das gorduras. Fundamentação Embora a maioria dos estudos sugira que não há deplecção de gordura localizada (a redução parece ser mais ou menos proporcional nas diferentes regiões do corpo) (ver PhD) existe ainda alguma controvérsia. Ou seja, a forma como a adiposidade subcutânea se reduz não está totalmente estabelecida, pois alguns estudos referem uma alteração proporcional (1), enquanto outros apontam para uma tendência maior para a deplecção de gordura do tronco em relação às extremidades, em especial no homem (1, 2). Um dos principais motivos sugeridos como dificultadores da diminuição significativa de gordura localizada, pode residir na redução da circulação sanguínea nas zonas de deposição preferencial de gordura (coxas e pernas na mulher e zona abdominal subcutânea e intra-visceral, no homem), durante a realização de um treino de cariz predominantemente aeróbio (2). Isto porque o que está descrito é que durante o exercício físico, o fluxo sanguíneo estará particularmente direccionado para os músculos envolvidos na tarefa. Seguindo esta linha de raciocínio, depreende-se que nos locais onde existe uma boa circulação sanguínea, há um aumento substancial da probabilidade de mobilização das gorduras e respectivo aproveitamento como fonte energética (3). Assim, tivemos em conta os seguintes pressupostos para esta investigação: (1) os sujeitos serão sujeitos a um treino de predomínio aeróbio com uma duração de 45 min (duração do programa específico, do electroestimulador, para tal efeito); (2) os eléctrodos serão colocados exclusivamente na zona abdominal (quatro, dois de cada lado) e o programa é de capilarização; (3) a realização da estimulação eléctrica é feita em simultâneo com o treino aeróbio. São praticamente inexistentes os estudos que associem a utilização da EE com o exercício físico no combate à obesidade. No entanto, os conhecimentos actuais sugerem que a EE, por si só, pouco ou nada contribui para a deplecção de gordura, quer esta seja local ou generalizada. Relembramos que a lipólise (degradação dos triglicéridos armazenados em ácidos gordos livres), não garante, por si só, a respectiva utilização, isto é, a beta-oxidação. Ao associar a EE a um trabalho aeróbico pretendemos que a zona abdominal (altamente irrigada) seja uma fonte importante de gorduras para o trabalho dos membros inferiores (trabalho em ciclo-ergómetro), conseguindo assim mais do que uma utilização geral de gordura, a sua utilização localizada, isto é, uma deplecção regional de gordura. Metodologia A amostra do presente estudo é constituída por 22 elementos, dos quais 14 fizeram o programa de treino com EE (375 anos), havendo quatro homens e dez mulheres, e 8 que serviram de grupo de controlo e apenas fizeram o treino aeróbio (355 anos), havendo neste grupo um homem e sete mulheres. Em termos antropométricos as variáveis a considerar foram, para além do peso e altura, a massa gorda (pelo método da bioimpedância tendo em consideração os respectivos pressupostos), seis pregas de adiposidade subcutânea: tricipital (PasTri), subscapular (PasSub), ilíaca (PasIlí), abdominal (PasAdb), crural (PasCru) e geminal (PasGem) e quatro perímetros: braço relaxado (PerBrel), cintura (PerCint), anca (PerAnca) e crural (PerCru). Todos os indivíduos foram sujeitos a uma carga de trabalho no ciclo-ergómetro com a duração de 45 min. por sessão e frequência semanal de 3 vezes. Nenhum dos clientes permaneceu mais de três dias consecutivos sem cumprir o programa, nem realizou o mesmo mais de dois dias consecutivos. O programa de electroestimulação utilizado foi o de “Capilarização”. As intensidades, das correntes, foram seleccionadas individualmente de forma a obtermos vibrações visíveis, sem contracção muscular (de acordo com as especificações do fabricante). Mesmo assim é possível referir que o intervalo de intensidade para a amostra, no seu global, andou entre os 20 e os 50 miliamperes. A intensidade, em termos cardiovasculares, situou-se num intervalo de frequência cardíaca compreendido entre os 70 e os 75% da frequência cardíaca máxima de esforço, determinada previamente no mesmo aparelho. Por impossibilidade de monitorizar o consumo calórico, foi pedido a todos indivíduos que não alterassem os seus hábitos alimentares, nem de actividade física (excepto o que se referia à consecução do estudo) durante o período experimental. Foi também solicitado aos intervenientes que não ingerissem alimentos ou bebidas ricas em hidratos de carbono nas duas horas anteriores a cada sessão. Nenhum dos indivíduos estava medicado ou sofria de alguma patologia durante a investigação e nenhuma das mulheres envolvidas estava grávida ou tinha entrado no período de menopausa. Materiais utilizados: A medição da gordura corporal foi realizada pelo método da bioimpedância com uma balança da marca “Tanita”, modelo “TBF-300”. As pregas de adiposidade subcutânea foram avaliadas com um adipómetro “Lange”, com aproximação aos milímetros. A electroestimulação foi realizada com um aparelho da marca COMPEX modelo “Sport mi-500”. Os eléctrodos utilizados são da mesma marca, e possuíam duas dimensões: 5,08 cm x 5,08 cm e 5,08 cm e 10,16 cm. O controlo da frequência cardíaca foi feito através de cardiofrequencímetros da marca “Polar”, modelo “A1”. O ciclo-ergómetro utilizado é da marca “Star Trac Sport”, modelo “9-4800-GUSAP0”. Apresentação dos resultados A apresentação dos resultados será feita com os dois grupos (com EE e sem EE), em simultâneo, por nos parecer mais ilucidativo. Nas variáveis onde ocorreram alterações estatisticamente significativas será apresentado um perfil adicional que permita fazer uma leitura mais pormenorizada. Peso Na Figura 1 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 1 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 1. Alteração do peso corporal (em kg), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Pela leitura da Figura nº 1 é possível constatar uma forte heterogeneidade na resposta ao treino. No grupo sujeito a EE não foi possível encontrar uma tendência, visto que uns aumentaram o seu peso enquanto outros diminuíram. Curiosamente no grupo sem EE a tendência é para um aumento do peso corporal no final do programa de treino. 1º mom. 2º mom. Peso Média (dp) Média (dp) Diferença (kg)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 68.0 (17.7) 68.2 (17.6) -0.2 0.3 -0.54 (0.599) Gr 2 (sem EE) 66.2 (18.7) 67.1 (18.6) -0.9 1.4 -2.25 (0.059) Quadro nº 1. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos ao peso Massa gorda Na Figura 2 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 2 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 2. Alteração da percentagem de massa gorda, em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. 1º mom. 2º mom. MG (%) Média (dp) Média (dp) Diferença (%)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 25.9 (5.8) 26.7 (5.6) -0.8 -3.5 -2.49 (0.027) Gr 2 (sem EE) 27.8 (6.5) 28.1 (4.4) -0.3 -5.7 -1.09 (0.310) Quadro nº 2. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos percentagem de massa gorda Prega abdominal Na Figura 3 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 3 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 3. Alteração da PAS abdominal (em mm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. 1º mom. 2º mom. PAS Abd. Média (dp) Média (dp) Diferença (mm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 31.6 (9.3) 25.4 (7.1) 6.2 -19.7 5.48 (0.001)* Gr 2 (sem EE) 24.3 (9.6) 24.0 (9.1) 0.3 -1.0 0.16 (0.878) * =0.05 Quadro nº 3. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos à PAS abdominal De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=1.765; p=0.093) como no 2º momento de avaliação (t=0.389; p=0.701) Tendo em conta os resultados obtidos, traçamos um perfil de adiposidade para a prega abdominal por forma a interpretar, com maior acuidade, os resultados obtidos. Figura ??. Perfil de adiposidade subcutânea da prega de adiposidade abdominal dos sujeitos da amostra Prega ilíaca Na Figura 4 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 4 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 4. Alteração da PAS ilíaca (em mm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  3 mm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. PAS Ili. Média (dp) Média (dp) Diferença (mm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 32.5 (11.3) 28.9 (9.1) 3.6 -11.2 1.83 (0.091) Gr 2 (sem EE) 27.5 (11.2) 25.4 (7.7) 2.1 -7.7 1.38 (0.210) Quadro nº 4. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos à PAS ilíaca De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=1.031; p=0.315) como no 2º momento de avaliação (t=0.909; p=0.347) Prega crural Na Figura 5 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 5 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 5. Alteração da PAS crural (em mm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  5 mm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. PAS Crur. Média (dp) Média (dp) Diferença (mm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 38.9 (10.9) 35.9 (9.6) 3.0 -7.7 2.78 (0.016) * Gr 2 (sem EE) 34.3 (7.3) 34.3 (8.9) 0 0 0 (1.000) * =0.05 Quadro nº 5. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos à PAS crural De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=1.081; p=0.293) como no 2º momento de avaliação (t=0.405; p=0.690) Prega geminal Na Figura 6 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 6 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 6. Alteração da PAS geminal (em mm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  3 mm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. PAS Gem. Média (dp) Média (dp) Diferença (mm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 24.5 (7.5) 22.1 (7.9) 2.4 -9.9 2.53 (0.025)* Gr 2 (sem EE) 21.5 (5.6) 21.9 (5.8) -0.4 1.7 -0.50 (0.634) * =0.05 Quadro nº 6. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos à PAS geminal De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=0.983; p=0.337) como no 2º momento de avaliação (t=0.061; p=0.952) Prega subscapular Na Figura 7 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 7 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 7. Alteração da PAS subscapular (em mm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  2 mm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. PAS Sub. Média (dp) Média (dp) Diferença (mm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 21.3 (7.4) 20.5 (7.1) 0.8 -3.7 0.82 (0.429) Gr 2 (sem EE) 19.4 (8.8) 19 (7.9) 0.4 -1.9 0.44 (1.670) Quadro nº 7. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos à PAS subscapula De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=0.546; p=0.591) como no 2º momento de avaliação (t=0.459; p=0.651) Prega tricipital Na Figura 8 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 8 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 8. Alteração da PAS tricipital (em mm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  2 mm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. PAS Tri. Média (dp) Média (dp) Diferença (mm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 25.4 (6.5) 25.1 (7.3) 0.3 -1.1 0.24 (0.814) Gr 2 (sem EE) 24.3 (5.7) 24.5 (6.3) -0.2 1.0 -0.27 (0.794) Quadro nº 8. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos à PAS tricipital De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=0.401; p=0.692) como no 2º momento de avaliação (t=0.185; p=0.855) Perímetro da cintura Na Figura 9 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 9 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 9. Alteração do perímetro da cintura (em cm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  3 cm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. Cintura Média (dp) Média (dp) Diferença (cm)  Alt. (cm) t(p) Gr 1 (com EE) 88.3 (14.1) 84.5 (13.1) 3.8 -4.3 2.64 (0.020)* Gr 2 (sem EE) 82.4 (14.4) 82.4 (17.2) 0 0 0 (1.000) * =0.05 Quadro nº 9. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos ao perímetro da cintura De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=0.941; p=0.358) como no 2º momento de avaliação (t=0.311; p=0.759) Perímetro da anca Na Figura 10 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 10 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 10. Alteração do perímetro da anca (em cm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  4 mm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. Anca Média (dp) Média (dp) Diferença (cm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 101.0 (7.3) 99.8 (6.8) 1.2 -1.2 2.41 (0.032)* Gr 2 (sem EE) 99.1 (8.1) 100.8 (8.1) -1.7 1.8 -2.73 (0.029) * =0.05 Quadro nº 10. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos ao perímetro da anca De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=0.588; p=0.563) como no 2º momento de avaliação (t=-0.309; p=0.761) Perímetro crural (coxa) Na Figura 11 são apresentadas as alterações individuais e no Quadro 11 as estatísticas descritivas e inferenciais relativas aos grupos em análise. Figura 11. Alteração do perímetro da coxa (em cm), em cada sujeito, do 1º para o 2º momento de avaliação. Tendo em conta um erro técnico de medida de  1.0 cm é possível constatar que 1º mom. 2º mom. Coxa Média (dp) Média (dp) Diferença (mm)  Alt. (%) t(p) Gr 1 (com EE) 58.4 (6.8) 57.7 (6.7) 0.7 -1.2 1.79 (0.098) Gr 2 (sem EE) 58.8 (5.4) 57.6 (5.9) 1.2 -1.9 1.4 (0.203) Quadro nº 11. Valores da estatística descritiva e inferencial relativos ao perímetro da coxa De referir que entre grupos as diferenças não eram significativas tanto no 1º momento (t=-0.127; p=0.900) como no 2º momento de avaliação (t=0.031; p=0.975) Limitações e problemas do estudo Quando se desenha qualquer tipo de estudo é fundamental ter a noção de que o processo de avaliação contém erro, de maior ou menor dimensão, e que nenhum estudo se apresenta como perfeito. Nesta pesquisa tivemos a noção de que uma das grandes limitações se prende com a dimensão da amostra. Queremos, a propósito, referir que iniciamos o nosso estudo com cerca de 40 sujeitos só que, nem todas as pessoas assumem o compromisso e a designada “morte da amostra” é, infelizmente, uma realidade demasiado evidente. Também o tempo de duração da pesquisa, ao ser reduzido (cerca de 6 semanas), é um factor limitativo. O problema é que se a sua duração fosse superior corríamos o risco de não conseguir realizar o estudo. De referir que, mesmo assim, os resultados são surpreendentes, tendo em conta o objectivo que foi traçado. Em termos de problemas é de referir o grande desgaste dos eléctrodos (cada 4 davam para cerca de 4 a 5 sessões) o que implica o aumento substancial dos custos deste tipo de programa. Aliado a isso é de referir que nem todas as pessoas estão dispostas a cumprir um programa de treino cardiovascular, contínuo, com a duração de 45 minutos.

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